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	<title>Comentários sobre: E no dia seguinte? O que dizer?</title>
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	<description>A revista da midiaeducação.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 00:53:15 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Maria de Fatima Fernandes</title>
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		<dc:creator>Maria de Fatima Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 21:38:14 +0000</pubDate>
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		<description>O que precisamos fazer é cobrar das autoridades um conjunto de ações.
Buscar desde o Governo Federal ao Adminstrador local  programas para a população mais carente.
O que estamos vivenciando no Rio  de Janeiro é  o descaso e,  por não  dizer, a conivência de anos sem tomarem uma atitude.
É lamentável que tenhamos que ouvir, neste momento,  que o RIO de Janeiro  deu uma mostra de capacidade de AÇÃO perante o mundo, vizando à  COPA e as OLIMPÍADAS, quando na verdade, estamos a mercê dos crimes bárbaros.
Aproveitemos esse momento,  em que  o medo esteve presente em nosso Estado  para sentarem à mesa e  redefinirem  ações  verdadeiras ( sem politicagem ) em prol de uma  grande Nação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que precisamos fazer é cobrar das autoridades um conjunto de ações.<br />
Buscar desde o Governo Federal ao Adminstrador local  programas para a população mais carente.<br />
O que estamos vivenciando no Rio  de Janeiro é  o descaso e,  por não  dizer, a conivência de anos sem tomarem uma atitude.<br />
É lamentável que tenhamos que ouvir, neste momento,  que o RIO de Janeiro  deu uma mostra de capacidade de AÇÃO perante o mundo, vizando à  COPA e as OLIMPÍADAS, quando na verdade, estamos a mercê dos crimes bárbaros.<br />
Aproveitemos esse momento,  em que  o medo esteve presente em nosso Estado  para sentarem à mesa e  redefinirem  ações  verdadeiras ( sem politicagem ) em prol de uma  grande Nação.</p>
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		<title>Por: Fernando Miguel</title>
		<link>http://www.revistapontocom.org.br/edicoes-anteriores-artigos/e-no-dia-seguinte-o-que-dizer/comment-page-1#comment-6556</link>
		<dc:creator>Fernando Miguel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 03:24:48 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre João Hélio, veja o que diz a diretora da escola em que ele estudava, acessando
http://www.educacional.com.br/reportagens/juventude_violencia/depoimento.asp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre João Hélio, veja o que diz a diretora da escola em que ele estudava, acessando<br />
<a href="http://www.educacional.com.br/reportagens/juventude_violencia/depoimento.asp" rel="nofollow">http://www.educacional.com.br/reportagens/juventude_violencia/depoimento.asp</a></p>
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		<title>Por: Sandra Martins</title>
		<link>http://www.revistapontocom.org.br/edicoes-anteriores-artigos/e-no-dia-seguinte-o-que-dizer/comment-page-1#comment-6555</link>
		<dc:creator>Sandra Martins</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 03:23:24 +0000</pubDate>
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		<description>É uma realidade duríssima que explode dentro das salas de aula. A revolta da dor contida de ver a humilhação, a morte, a violência cotidiana das balas achadas e da discriminação de serem vistos como subhumanos. Assustadas e quase conformadas com a eterna história da miserabilidade do não-cidadão, essas crianças deveriam aprender a brincar e a sonhar como crianças e adolescentes que são. Mas, são obrigadas a sonhar com uma noite sem o som das balas traçantes ou dos chutes nas portas. Quando não sonham com uma mesa farta de guloseimas e uma cama confortável com lençois macios e motivos delicados que lembram como é bom ser uma criança amada e respeitada.
Na formação do profissional de educação, cujo vencimento nos concursos públicos é menor do que os de agente penitenciário, o tema é tratado de forma rasteira, quando a discussão acontece. 
No campo da psicologia, tenho cá minhas dúvidas. 
Na área da saúde infanto-juvenil, será que o tema também é tratado? Sei não...
Teríamos que aprender a escutar os relatos das experiências de vida de resilientes, daqueles que estiveram no fundo do poço e que deram a volta por cima, como os ex-meninos soldados, as ex-meninas da vida, os Robertos Carlos ex-menino de unidade de ressocialização e menino de rua, e da luta de uma Flor de Liz, para saber como lidar com tantas dores num coração tão pequeno. 
As &quot;autoridades&quot; deveriam fazer este dever de casa e relendo suas práticas e políticas públicas que ainda não conseguiram entender a dimensão deste apartheid.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É uma realidade duríssima que explode dentro das salas de aula. A revolta da dor contida de ver a humilhação, a morte, a violência cotidiana das balas achadas e da discriminação de serem vistos como subhumanos. Assustadas e quase conformadas com a eterna história da miserabilidade do não-cidadão, essas crianças deveriam aprender a brincar e a sonhar como crianças e adolescentes que são. Mas, são obrigadas a sonhar com uma noite sem o som das balas traçantes ou dos chutes nas portas. Quando não sonham com uma mesa farta de guloseimas e uma cama confortável com lençois macios e motivos delicados que lembram como é bom ser uma criança amada e respeitada.<br />
Na formação do profissional de educação, cujo vencimento nos concursos públicos é menor do que os de agente penitenciário, o tema é tratado de forma rasteira, quando a discussão acontece.<br />
No campo da psicologia, tenho cá minhas dúvidas.<br />
Na área da saúde infanto-juvenil, será que o tema também é tratado? Sei não&#8230;<br />
Teríamos que aprender a escutar os relatos das experiências de vida de resilientes, daqueles que estiveram no fundo do poço e que deram a volta por cima, como os ex-meninos soldados, as ex-meninas da vida, os Robertos Carlos ex-menino de unidade de ressocialização e menino de rua, e da luta de uma Flor de Liz, para saber como lidar com tantas dores num coração tão pequeno.<br />
As &#8220;autoridades&#8221; deveriam fazer este dever de casa e relendo suas práticas e políticas públicas que ainda não conseguiram entender a dimensão deste apartheid.</p>
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