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	<title>Comentários sobre: Em defesa do midiaeducador</title>
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	<description>A revista da midiaeducação.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 00:53:15 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Children's Watches</title>
		<link>http://www.revistapontocom.org.br/edicoes-anteriores-entrevistas/em-defesa-do-midiaeducador/comment-page-1#comment-3643</link>
		<dc:creator>Children's Watches</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 02:44:13 +0000</pubDate>
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		<description>Desde relógios das crianças muitas vezes são ostentados por crianças de idades muito jovem, pode ser difícil ensinar os diferentes elementos de um pedaço de tempo e como ler as mãos de relógios para crianças, para não mencionar a diferença entre AM e PM. Relógios digitais tornam mais fácil para as crianças a reconhecer e recitar o tempo, eo tempo digital pode ajudar a criar uma fundação para as verdadeiras lições sobre a forma de contar o tempo, como as crianças têm alguma base para o retirar. No lado oposto, muitos especialistas epais dizem que relógios digitais aleijar o processo de aprendizagem. Eles tornam mais difícil para a criança ir a rota mais difícil de aprender a dizer o tempo convencional, quando a lição da escola surge inevitável. No final, se a criança pode se beneficiar ou ser aleijado por relógios infantil digital é de até o pai.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desde relógios das crianças muitas vezes são ostentados por crianças de idades muito jovem, pode ser difícil ensinar os diferentes elementos de um pedaço de tempo e como ler as mãos de relógios para crianças, para não mencionar a diferença entre AM e PM. Relógios digitais tornam mais fácil para as crianças a reconhecer e recitar o tempo, eo tempo digital pode ajudar a criar uma fundação para as verdadeiras lições sobre a forma de contar o tempo, como as crianças têm alguma base para o retirar. No lado oposto, muitos especialistas epais dizem que relógios digitais aleijar o processo de aprendizagem. Eles tornam mais difícil para a criança ir a rota mais difícil de aprender a dizer o tempo convencional, quando a lição da escola surge inevitável. No final, se a criança pode se beneficiar ou ser aleijado por relógios infantil digital é de até o pai.</p>
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		<title>Por: aylê-salassié f. quintao</title>
		<link>http://www.revistapontocom.org.br/edicoes-anteriores-entrevistas/em-defesa-do-midiaeducador/comment-page-1#comment-1052</link>
		<dc:creator>aylê-salassié f. quintao</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 00:05:46 +0000</pubDate>
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		<description>Caro professor Rivotella e caro Marcus Tadeu,
Acho que ambos esta equivocados: um , porque achou ruim republicar a sua entrevista; o outro porque está fazendo quase uma auto-comisseração. O primeiro mostra que, como teórico multieducaçao precisa se aproximar mais da realidade da  mídia, que tem situaçoes que só a cotidianidade nos ensina; o segundo, fez o que tinha de fazer mesmo, já que nao havia como cobri a fala do professor. Eu diria: parem com isso! Os dois estão na mesma trilha, e uma trilha altamente saudável. O que vão pensar as pessoas que nao transitam nessa área? Pois, professor , pergunto se o sr. for ficar mais tempo no Brasil estaria disposto e vir conversar conosco, professores e estudantes  dos cursos de Comunicaçao e de Educaçao da Universidade Católica de Brasìlia?
Parabéns pela conduçao da temática. Nós também estamos pensando nisso por aqui.
Abraços para ambos.
Aylê-Salassié</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro professor Rivotella e caro Marcus Tadeu,<br />
Acho que ambos esta equivocados: um , porque achou ruim republicar a sua entrevista; o outro porque está fazendo quase uma auto-comisseração. O primeiro mostra que, como teórico multieducaçao precisa se aproximar mais da realidade da  mídia, que tem situaçoes que só a cotidianidade nos ensina; o segundo, fez o que tinha de fazer mesmo, já que nao havia como cobri a fala do professor. Eu diria: parem com isso! Os dois estão na mesma trilha, e uma trilha altamente saudável. O que vão pensar as pessoas que nao transitam nessa área? Pois, professor , pergunto se o sr. for ficar mais tempo no Brasil estaria disposto e vir conversar conosco, professores e estudantes  dos cursos de Comunicaçao e de Educaçao da Universidade Católica de Brasìlia?<br />
Parabéns pela conduçao da temática. Nós também estamos pensando nisso por aqui.<br />
Abraços para ambos.<br />
Aylê-Salassié</p>
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		<title>Por: Marcus Tadeu</title>
		<link>http://www.revistapontocom.org.br/edicoes-anteriores-entrevistas/em-defesa-do-midiaeducador/comment-page-1#comment-1020</link>
		<dc:creator>Marcus Tadeu</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 03:49:11 +0000</pubDate>
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		<description>Como editor da revistapontocom, peço desculpas ao professor Pier Cesare Rivoltella. Soube que ele estava no Rio, proferindo duas palestras na PUC-Rio. Por motivos pessoais, não pude comparecer. No entanto, me lembrei desta entrevista concedida por ele há algum tempo, mas precisamente há três anos, como ele informa acima. Deixei isso claro na introdução da matéria. Talvez, realmente, deveria ter sido mais exato. Peço desculpas. Ao republicar a entrevista, postada inicialmente no site do Centro Internacional de Referência em Mídias para Crianças e Adolescentes - Rio Mídia (esta informação consta no pé da entrevista), que não se encontra mais no ar, tinha o objetivo de refletir o quanto o debate sobre mídia e educação tem avançado, mas - na minha opinião como jornalista que cobre a área há 15 anos - muito devagar. Gostaria de deixar claro para os leitores/internautas que em momento algum tive a intenção de prejudicar ninguém, muito menos enganar os leitores. A pedido do professor, a data de quando foi dada a entrevista foi colocada no texto de abertura da matéria. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como editor da revistapontocom, peço desculpas ao professor Pier Cesare Rivoltella. Soube que ele estava no Rio, proferindo duas palestras na PUC-Rio. Por motivos pessoais, não pude comparecer. No entanto, me lembrei desta entrevista concedida por ele há algum tempo, mas precisamente há três anos, como ele informa acima. Deixei isso claro na introdução da matéria. Talvez, realmente, deveria ter sido mais exato. Peço desculpas. Ao republicar a entrevista, postada inicialmente no site do Centro Internacional de Referência em Mídias para Crianças e Adolescentes &#8211; Rio Mídia (esta informação consta no pé da entrevista), que não se encontra mais no ar, tinha o objetivo de refletir o quanto o debate sobre mídia e educação tem avançado, mas &#8211; na minha opinião como jornalista que cobre a área há 15 anos &#8211; muito devagar. Gostaria de deixar claro para os leitores/internautas que em momento algum tive a intenção de prejudicar ninguém, muito menos enganar os leitores. A pedido do professor, a data de quando foi dada a entrevista foi colocada no texto de abertura da matéria.</p>
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		<title>Por: Pier Cesare Rivoltella</title>
		<link>http://www.revistapontocom.org.br/edicoes-anteriores-entrevistas/em-defesa-do-midiaeducador/comment-page-1#comment-1008</link>
		<dc:creator>Pier Cesare Rivoltella</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 12:36:48 +0000</pubDate>
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		<description>Muito estranho que esta entrevista (que por quanto lembro foi dada por mim em 2007 na MUltirio) esteja saindo agora. Muitas das coisas que naquela entrevista eu estava colocando, hoje não são mais atuais: por exemplo a possibilidade - pelos menos na Europa - de um profissional especifico como eu pensava que fosse o mídia-educador. Eu acho que ao colocar a entrevista na web sería mais correto indicar a data na qual ela foi dada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito estranho que esta entrevista (que por quanto lembro foi dada por mim em 2007 na MUltirio) esteja saindo agora. Muitas das coisas que naquela entrevista eu estava colocando, hoje não são mais atuais: por exemplo a possibilidade &#8211; pelos menos na Europa &#8211; de um profissional especifico como eu pensava que fosse o mídia-educador. Eu acho que ao colocar a entrevista na web sería mais correto indicar a data na qual ela foi dada.</p>
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